Currículo

FRANCISCO VIEIRA nasceu em Salvador, na Bahia, Brasil, em 1953 e é engenheiro civil, formado pela Universidade Federal da Bahia.

No início do século XXI, começa a trilhar os Caminhos Infindáveis da fotografia e expõe, pela primeira vez, Cores na Bahia, no Instituto Casa da Photographia, em Salvador.

Logo depois, participa de outras exposições, como na Galeria Pierre Verger, em Salvador, com o projeto Olhares à Feira, e na Faculdade de Comunicação e Artes do Senac, São Paulo, com Minha Cidade Minha Gente, além do Festival Nacional de Fotografia A Gosto, em Salvador.

A partir de 2006, toma parte ativamente do circuito nacional e internacional de fotografia, com mostras em diversas cidades, destaque para o trabalho Nossas Almas, com curadoria do fotógrafo e jornalista baiano Marcelo Reis, exposto na Aliança Francesa, de Salvador, na Caixa Cultural do Rio de Janeiro e na Caixa Cultural de Brasília. Participa do projeto Todos Somos Diferentes, quando expõe em Palência, na Biblioteca Municipal, em León, na Faculdade de Filosofia, bem como em Ponferrada, Oviedo e Gijón, todos na Espanha.

Com A Leveza do Concreto, livro lançado em 2006, com curadoria da fotógrafa e jornalista baiana Célia Aguiar, expõe em Brasília, na Caixa Cultural, e nas Galerias da Livraria Saraiva em Salvador, São Paulo, Rio de Janeiro, Recife e Campinas. Nas diversas Galerias da Livraria Saraiva, também expõe o ensaio Antártica.

No Rio de Janeiro, em Santa Tereza, apresenta Odoyá, durante a IV Semana Cultural em Santa e, no mesmo espaço, expõe É João, na V Semana Cultural em Santa. Em 2019, com a mostra Abstracionismo Urbano exposta na Caixa Cultural, em Salvador, participa da sétima edição do Festival A Gosto da Fotografia.

Francisco recebe diversos prêmios, no Brasil e no exterior, entre eles o Concurso Leica – Fotografe Melhor, de São Paulo, por duas vezes, o Concurso Aliança Francesa, de Salvador, o Concurso Edital Caixa 2005, no Rio de Janeiro e em Brasília, e o Concurso Todos Somos Diferentes, da Fundación de Derechos Civiles, em Madri, na Espanha, em 2006 e 2008.

Em referência às publicações, lança em 2006 o livro A Leveza do Concreto, na Caixa Cultural de Salvador. Neste mesmo ano, recebe citação no livro A Fotografia na Bahia 1839-2006 e toma parte no livro Doscientas Ventanas al Mundo, da Fundacíón de Derechos Civiles, na Espanha. Nos anos seguintes, Francisco apresenta, ainda, os catálogos do ensaio Nossas Almas, no Rio de Janeiro e em Brasília, participa das edições 39, 41 e 43 do periódico Organizações e Sociedade, da Universidade Federal da Bahia, da edição número 6 da revista VeraCidade, em Salvador, e da edição 55 da revista Brasileiros. Em 2008, participa do livro El Color Humano Son Todos losColores, da Fundacíón de Derechos Civiles, da Espanha.

Em 2021 lança o livro Caminhos Iinfindáveis, no Museu de Arte da Bahia e no Shopping Barra, ambos em Salvador.